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Ser super mãe é uma treta

Ser super mãe é uma treta

10
Mai17

As dez coisas que eu mais detesto que os meus filhos façam:

Susana

1)      Birras;

2)      Birras;

3)      Birras;

4)      Birras;

5)      Birras;

6)      Birras;

7)      Birras;

8)      Birras;

9)      Birras;

10)    Birras.

 

A minha filha mais velha sempre foi especialista em birras. Desde as birras que com um mês fazia para mamar e para adormecer, às birras que faz com quatro anos porque não vê o arco-íris há muito tempo ou porque não quer ir para a escola porque está chateada com as amigas. Acorda todos os dias de mau humor (herdou os meus genes) e qualquer rabanada de vento a faz desatar num berreiro com cascatas a escorrer-lhe dos olhos. Passou em força por todas as fases ditas terrible: terrible one, two, three e está no auge dos fucking four. Que vos digo já que dão quinze a zero aos terrible two. A parte boa é que não há birra que me surpreenda, tudo é motivo e a qualquer momento.

 

O que me tem lixado verdadeiramente por estes dias é que o meu filho, que de terrível só tinha o não nos deixar dormir há quase dois anos (coisa pouca), está a entrar a pés juntos nos terrible two. Um miúdo que mesmo não dormindo acorda sempre bem-disposto, que leva o dia a cantar e que tem um sorriso que ilumina o dia mais cinzento que já possam ter visto, tem ensaiado umas birras que me deixam louca. Se por um lado as birras dos quatro anos são monstruosas, cheias de porquês e eu quero porque quero e pés a bater no chão, por outro as birras dos dois anos têm muitas lágrimas, muita baba, muito ranho e poucas palavras e eu já me tinha esquecido como era isto tentar adivinhar qual é o raio do motivo da birra.

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